Catarina Miranda esquece insulto de “galdéria”, volta a abraçar Miguel e Inês Morais fica ‘chocada’: “Para mim é impensável”
A aproximação de Catarina Miranda e Miguel Vicente após ofensas graves no «Big Brother»
Inês Morais recordou as palavras pesadas proferidas no passado e garantiu que não teria a mesma tolerância se estivesse no lugar da concorrente.
Os abraços e a renovada cumplicidade entre Catarina Miranda e Miguel Vicente na casa do «Big Brother All Stars» foram alvo de dura análise no Diário apresentado por Nuno Eiró. O painel de comentadores mostrou-se chocado com a capacidade da ribatejana em relativizar os pesados insultos que lhe foram dirigidos pelo algarvio no passado, com Inês Morais a liderar as críticas.
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A comentadora não escondeu a sua perplexidade perante a situação, recordando o impacto emocional que as ofensas tiveram na altura. “A mim chocam porque foram ditas coisas muito graves, muito feias, que ela sentiu, que ela chorou quando ouviu-se a falar disso. Ninguém, nunca na minha vida alguém me chamava isso tudo“, atirou.
Inês Morais destacou um termo em particular que considera imperdoável: “Para mim há uma coisa, a ‘galdéria’. Eu sei que o Miguel já lhe pediu desculpa (…) mas ‘galdéria’ para mim é impensável“.
Colocando-se na posição de Catarina Miranda, Inês Morais confessou que não conseguiria manter a compostura. “Se alguém numa casa daquelas me chamasse ‘galdéria’, não sei se mantinha, se ficava lá ou se não era expulsa imediatamente pelo que ia fazer a seguir, porque eu não ia admitir uma coisa dessas“, frisou.
Pedro Capitão acompanhou o raciocínio, sublinhando que existe “uma inconstância muito grande nestas ofensas“.
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O debate estendeu-se à natureza das provocações, com Teresa Silva a distinguir a atitude de Francisco Monteiro da de Miguel Vicente. “O Miguel, eu acho que é mesmo para ofender, mesmo para moer a ferida“, defendeu.
Inês Morais rematou a análise considerando que tanto a ribatejana como o algarvio assumem posturas pouco genuínas no jogo. “O Miguel e a Catarina são os dois um produto fabricado (…) eles exageram ali“, concluiu.