De “agitadora” a “furacão”: Sara do ‘Big Brother’ conquista poder para apagar dois votos nas próximas nomeações.
A concorrente desfez as camas de Miguel e Tatiana e escondeu cobertas, mas nunca ponderou devolver os objetos para não se comprometer no jogo.
Sara, no Especial do ‘Big Brother’, comentou a sua missão secreta na noite de sexta-feira, 24 de julho de 2026.
Maria Botelho Moniz confrontou-a sobre o desafio que a transformou numa “agitadora” da casa, escondendo objetos e desarrumando os espaços dos colegas.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Apesar de a missão ter tido um lado “doloroso”, Sara admitiu que o balanço é positivo. “Estava-me a custar um bocadinho porque tinha as pessoas que eu gosto ali a ser prejudicadas. Mas também tem que ser, isto é um jogo”, contou a concorrente. Contudo, a experiência foi crucial para o seu percurso pessoal no jogo: “foi bom para eu perceber que eu era capaz, porque eu sempre disse aqui, custou-me muito também tirar as pessoas e custou-me muito também tirar as pessoas que eu gosto. Então isto foi bom também para mim, para eu me desafiar e para eu perceber onde é que eu estou e que tem que ser”.
Leia também: Melania Trump falha jantar: Ausências “perigosas” segundo biógrafo
As desconfianças na casa recaíram rapidamente sobre Sara, mas a concorrente mantém a serenidade, ciente de que não há provas concretas. “Eles podem tentar, só que nada lhes prova que fui eu. Nada lhes diz que fui eu. Então vão ficar na inocência como estão até agora, só a piorar o saco”, atirou. Para desviar as atenções, Sara revelou ter “chutado para cima de toda a gente”, nomeando Miguel, Iris e até o próprio Big Brother como potenciais culpados. “Até pode ser uma coisa do Big, uma pessoa de cada casa, vocês não sabem”, sugeriu.
Maria Botelho Moniz questionou Sara sobre as dificuldades físicas que demonstrou na prova semanal, onde teve de suportar peso. A apresentadora quis saber se aquelas fragilidades eram encenação, parte da missão. Sara garantiu que não, a exaustão era real: “Não, Maria, era verdade. Estava mesmo a queimar os braços. Mesmo que eu quisesse sabotar, eu acho que a minha própria resistência já estava a sabotar sozinha, porque eu realmente não estava a aguentar muito”. A sua resistência, confessou, “esta semana não tive lá muito fixe”.
Leia também: David Motta desmonta versão de José Castelo Branco sobre o despejo nos Estados Unidos
Sobre a escolha dos alvos para a sua missão de “agitadora”, Sara negou qualquer intenção de vingança pessoal. “Não, Maria, acho que fui de igual com toda a gente”, assegurou. Explicou que desfez as camas de Miguel e Tatiana porque eram “as únicas pessoas que tinham a cama feita nesse dia”. Quanto às cobertas, que deram “pano para mangas” na casa, Sara não sabia de quem eram: “Não fazia a mínima ideia de quem era uma, quem era a outra”. O Big Brother acabou por intervir, providenciando escovas de dentes aos concorrentes. “O Big tem mais pena que eu”, gracejou Sara, que nunca ponderou devolver os objetos para não se comprometer. “Se eu do nada dissesse, olha, a tua escova está ali, a tua está ali, eu ia-me entregar, não é? Não pode ser”, justificou.
O momento mais aguardado chegou quando Maria Botelho Moniz anunciou o veredito oficial. “Ela começou fraquinha a desarrumar almofadas e a agitar lençóis, mas depois tornou-se num verdadeiro furacão na minha casa. Missão bem-sucedida!”, declarou a voz do ‘Big Brother’, elogiando o desempenho de Sara.
Com a missão cumprida, Sara ficou a conhecer a sua valiosa recompensa. Caso não seja expulsa na Gala de domingo, 28 de julho de 2026, terá um poder decisivo nas próximas nomeações: “terá direito a apagar 2 votos, 2 nomeações que sejam feitas em si”.
A notícia foi recebida com grande entusiasmo pela concorrente. “Ah, patrão!”, exclamou, vendo na vantagem uma oportunidade para “desmistificar” o jogo e para o fazer “rolar mais”. Sara não poupou nas críticas a alguns colegas, que considera “apagados” e sem grande empenho. “Vejo por exemplo o Manoel, não vejo jogar muito. Vejo por exemplo uma Raquel, está muito apagada, diz que agora virou para o jogo do bem. Não sei o que é que é o jogo do bem, nós devemos andar a fazer o jogo do mal, de certeza”, atirou. Para Sara, “há aqui muita gente que não está no ‘Big Brother’, está realmente de férias”, e são essas pessoas que “têm de tirar a chapa”, ou seja, ir a nomeações. A recompensa, na sua opinião, é “boa para quem está apagado”.
Questionada sobre se os concorrentes continuarão a nomeá-la, caso permaneça na casa – o que seria a sua terceira vez a regressar de uma nomeação –, Sara acredita que sim. “Eu acho que eles vão continuar com o tom desta primeira semana, não é? Cair em cima é o alvo fácil. Então eles vão estar a continuar até eu sair daqui”, previu.
Maria Botelho Moniz concluiu a conversa com um aviso claro e perentório: “Sara, nem uma palavra daquilo que aconteceu aqui, ok? Se eu a vejo fazer um sinalzinho para dar conta de que os votos vão apagar as luzes. Temos um problema, está bem?”. Sara assegurou que não contaria nada, reforçando o lema inquebrável do programa: “O que acontece no confessionário fica no confessionário”.