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Desolada! Rosinha conta a morte do pai “Ele passava 24 horas a gritar, tinha buracos da cintura até aos pés”

A cantora teve de tomar a difícil decisão de continuar a atuar ou regressar de imediato a casa

Rosinha esteve “Conta-me” deste sábado, 12 de junho, na TVI e falou sobre a morte do pai

Rosinha falou, em lágrimas, sobre a morte do pai no “Conta-me” deste sábado, 12 de junho. A artista recorda que estava nos Açores quando, por telefone, recebeu a notícia que o pai tinha falecido, vítima de uma doença hepática e renal. “Eu já sabia o que era”, começou por contar.

A artista tinha atuado na ilha de São Miguel e preparava-se para, no dia seguinte, ir para a Terceira para dar outro concerto. A decisão entre ficar nas ilhas, atuar e cumprir o acordado ou voltar de imediato para junto da família e fazer o luto, não foi fácil.

Muito emocionada e em lágrimas, Rosinha revelou à apresentadora do formato, que resolveu ficar nos Açores e fazer o espetáculo, programado para o dia a seguir à morte do pai. “Não valia a pena ir. O meu pai estava lá, já tinha morrido. Não podia fazer mais. No dia seguinte é que percebi como é que consegui fazer [o concerto]. Eu não tinha visto o meu pai morto, porque depois eu já não ia conseguir. Pensei assim: Não posso salvar o meu pai (…)”, contou.

A cantora realizou o concerto em “piloto automático” e não se recorda do dia. “Do dia anterior lembro-me de alguns pormenores. Desse dia não sei nada (…) a minha preocupação nesse dia era a minha mãe”, revelou a Maria Cerqueira Gomes.

O pai de Rosinha lutava há muitos anos contra várias doenças: “Era uma doença hepática, depois passou para renal, depois passou para o pâncreas, não era nada oncológico, mas foi deteriorando todos os órgãos”, contou, acrescentando: “A doença hepática foram uns aninhos, não sei precisar quantos. Era uma doença controlada, mas ia evoluindo… até que chegou ao ponto de ele ficar acamado e começar a deteriorar-se fisicamente. Meu pai tinha buracos enormes da cintura até aos pés, que purgavam líquidos com um cheiro insuportável e tinha dores todo o dia e toda a noite. Ele passava 24 horas a gritar. Ela ia para o hospital e voltava, ia e voltava”.

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