“Há indícios para investigar tudo”: Tribunal volta a analisar herança de Pinto da Costa. Novos detalhes
Tribunal da Relação considera que há factos a apurar e devolve o processo à primeira instância para nova análise

O programa V+ Fama analisou as mais recentes novidades sobre a herança de Jorge Nuno Pinto da Costa.
A emissão de hoje contou com a presença do apresentador Adriano Silva Martins e do comentador Guilherme Castelo Branco, que debateram a decisão do Tribunal da Relação face ao recurso apresentado por Alexandre Pinto da Costa.
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Adriano Silva Martins começou por explicar os novos desenvolvimentos, referindo que a justiça deu um passo favorável às pretensões do filho do antigo presidente do clube portista: “O Tribunal da Relação acabou por dar razão ao filho de Pinto da Costa, ao Alexandre, e volta então assim a ver que há indícios para investigar tudo o relativo em relação à herança”.
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Para contextualizar a disputa judicial, Guilherme Castelo Branco recordou os motivos que levaram à abertura do processo. O comentador sublinhou a surpresa do herdeiro perante o escasso património apurado: “O Alexandre Pinto da Costa, na altura em que houve o falecimento e houve a leitura do testamento, ele veio a descobrir que tinha sido retirado do testamento nos últimos tempos e que tinha ficado apenas com a cota que não lhe pode ser retirada. Entretanto, quando vão a averiguar, afinal as contas não tinham dinheiro nenhum praticamente, e havia só um T1 para dividir entre ele, a irmã, e depois algumas peças de arte”.
Perante este cenário, o filho de Pinto da Costa avançou com um processo contra a viúva, estranhando a ausência de capital após mais de quatro décadas de uma carreira com elevados rendimentos. Sobre a recente decisão judicial, Guilherme Castelo Branco esclareceu que não se trata de uma vitória definitiva na ação, mas sim de uma ordem para reavaliar as provas na instância inicial: “O que o tribunal da relação disse foi, há factos a serem apurados, isto não me parece que esteja bem feito, portanto volta à primeira instância para haver uma reanálise dos factos, e só depois de haver uma nova decisão é que pode haver um recurso”. O comentador notou que esta decisão pode decorrer da apresentação de novos elementos ou da deteção de falhas processuais pela própria justiça.
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A emissão abordou ainda a resposta pública de Cláudia Campo, divulgada na sequência destas notícias. O apresentador sublinhou que a viúva emitiu um comunicado para rejeitar qualquer desfecho negativo para o seu lado. Guilherme Castelo Branco analisou o documento partilhado pelo departamento jurídico: “Diz que recusa qualquer alegação que é feita contra ela e que aquilo está a fazer uma devassa à sua vida”.
A emtar, Guilherme perspetivou ainda que a tensão entre as partes pode vir a escalar para os tribunais noutras frentes, admitindo ser provável que a viúva avance com uma queixa por difamação.