CMTVFamososGossipTarde das Estrelas

O “vício” da adrenalina volta a colocar Ângelo Rodrigues no centro do debate

Do coma ao salto mais alto do mundo: Comentadores não 'poupam' nas observações

No programa «Tarde das Estrelas», o salto de bungee jumping do ator em Macau gerou discórdia e entre elogios à coragem e críticas à “imprudência”, os comentadores recordam o passado clínico conturbado do artista.

Para alguns dos comentadores do programa «Tarde das Estrelas», Ângelo Rodrigues voltou a testar os limites. O ator, que se encontra de férias em Macau na companhia da irmã, partilhou nas redes sociais o momento em que se lançou da Torre Skypark, a 223 metros de altura. O que para muitos é um sonho realizado, para outros soa a um desafio desnecessário ao destino, especialmente para quem já encarou a morte de perto por mais do que uma vez.

GoogleTornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google

A viagem, que marca uma fase de maior proximidade entre o ator e a sua irmã – uma relação que, segundo Jéssica Antunes, só “começou a ficar um pouquinho melhor quando ele esteve em coma” -, rapidamente se tornou o tema central do painel de comentadores. Duarte Siopa, destacou o “salto impressionante”, mas não evitou o confronto de ideias sobre o estilo de vida nómada do ator.

Jéssica Antunes, num tom mais analítico, sublinhou que estas aventuras são o “refúgio” de Ângelo, alguém que “não tem uma família muito estável, não tem companheira, não tem filhos“. No entanto, a observação mais cortante surgiu quando se recordou o historial clínico do ator, marcado por um choque sético e, mais recentemente, por uma pneumonia grave associada ao consumo de substâncias psicoativas “Ele está a tentar esgotar as sete vidas”.

Léo Caeiro, embora admita o medo de alturas, defendeu a postura do ator: “O Ângelo já esteve muito próximo da morte e então ele quer viver a vida sempre ao máximo”. Caeiro reforçou a ideia de que o ator é “uma pessoa livre” e que estas decisões, embora extremas, são “super normais” dentro daquilo que define a identidade de Rodrigues.

Já Zé Gouveia foi menos benevolente, chegando a apelidar o momento de “o salto do idiota”. Numa troca de palavras tensa com Daniel Nascimento – que defendia ser um “salto controlado” -, Gouveia foi implacável: “Se não corre bem, é para a morte”. Para os comentadores, a linha que separa a celebração da vida e a imprudência perante um passado de excessos parece ser cada vez mais ténue.

Zaza arrasa monólogos de Pedro Jorge e chama-lhe ‘forçado’: “É a pior coisa que podia fazer”:

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo