Perdiz, foie gras e espargos: O menu sofisticado do primeiro almoço do ano de Manuel Luís Goucha
Rui Oliveira cozinha perdiz com foie gras para Goucha. "Não sei a receita", admitiu o marido do apresentador.
Manuel Luís Goucha e Rui Oliveira abriram as portas da sua cozinha para mostrar como foi o primeiro almoço de 2026.
A refeição foi totalmente preparada pelo marido do apresentador, que escolheu um prato sofisticado mas admitiu, logo a abrir, que estava a navegar à vista e a improvisar o método.
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Questionado por Goucha sobre a proposta para a estreia culinária do ano, Rui Oliveira explicou o plano de ataque com detalhe, sem esconder o grau de dificuldade: “Uma perdiz que vou desossar, tirar a perna e os peitos, e depois vou aproveitar os ossos para fazer um caldo. Entretanto, vai filmando porque eu não sei ainda a receita porque estou a fazer agora pela primeira vez”, confessou o empresário enquanto iniciava os trabalhos na bancada.
O processo começou pela preparação da base do molho, uma etapa fundamental para dar sabor ao prato final. A carcaça da ave foi ao forno com meia cebola, alho esmagado, cenoura e azeite para dourar, servindo depois para criar o caldo redutor no lume.
Como acompanhamento, o casal optou por duas batatas doces de polpa laranja, que foram assadas no forno embrulhadas em papel de alumínio para manterem a humidade. A complexidade da receita aumentou na confeção da carne, com Rui Oliveira a utilizar folhas de couve lombarda escaldadas para criar uns embrulhos especiais recheados com ingredientes de luxo.
O apresentador narrou todo o processo técnico enquanto filmava: “Sobre as folhas de lombardo escaldadas o Rui colocou fatias de presunto, depois o peito da perdiz, um bom naco de foie gras e fez os respetivos embrulhos, que são postos a cozer justamente a vapor”.
Para aromatizar a cozedura, a água da vaporeira foi fervida com dois ramos de alecrim, conferindo um cheiro campestre à carne.
As pernas da perdiz seguiram um caminho diferente do peito, sendo caramelizadas em manteiga antes de terminarem a cozinhar no forno. A composição do prato incluiu ainda uma cama de couve salteada com cebola e espargos passados em azeite.
O toque final ficou a cargo do molho escuro e brilhante, feito a partir da redução do caldo da carcaça com manteiga, que regou todo o empratamento servido no monte alentejano.
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