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Reencontro real após quatro anos: Rei Carlos III vê os netos em Highgrove

A estadia trouxe um reencontro familiar e a possibilidade de um relacionamento mais próximo entre Harry e o Rei Carlos III.

A visita de Harry e Meghan ao Reino Unido, que esteve envolta em incerteza, acabou por se concretizar, culminando num esperado reencontro familiar.

Highgrove, a residência campestre do Rei Carlos III, conhecida pela sua horta biológica, foi o palco desta aproximação.

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António Leal e Silva revelou que, após a visita, a família real ficou “mais próxima do que estava há dois dias”, um sinal claro de que as tensões se atenuaram.

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No entanto, a distância entre pai e filho não se media em dias, mas em anos. Pedro Capitão sublinhou que Carlos III não via os netos há quatro anos, desde o Jubileu da Rainha Isabel II. António Leal e Silva não hesitou em afirmar que “próximos não estão”, referindo-se ao “mal-estar” que se gerou na família, em parte devido à presença de Meghan, que tem tido um papel “um pouco complexo” na dinâmica real.

António admitiu ter sido sempre otimista quanto a esta reconciliação, traçando uma linha entre as questões pessoais e as de Estado. Lembrou que Carlos III, além de pai, é chefe de Estado, com um “papel institucional e ao mesmo tempo um papel familiar”. Este equilíbrio entre o “coração” da família e a “instituição” da monarquia é uma tarefa complexa.

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Os desafios não foram poucos. António Leal e Silva contou que houve um “imbroglio com as seguranças”, e a questão de onde o casal pernoitaria. Contudo, tudo se resolveu: “eles lá arranjaram uma casita” e um “quartinho” em Highgrove.

Pimpinha Jardim expressou a sua satisfação pelo entendimento, considerando que “a família é, ou deveria ser, a prioridade de toda a gente”. Acredita que Carlos III sentia “muitas saudades não só do filho, como também de ver os netos”.

Adriano Silva Martins defendeu que, com “boa vontade das duas partes”, é possível “chegar a bom porto”. Pimpinha concordou, acrescentando que “é preciso haver cedências de ambas as partes”, pois “só quem está no convento é que sabe o que lá vai dentro”.

Pedro Capitão, contudo, considerou que, nesta situação, Meghan foi “um bocadinho esquecida”, pois o foco principal recaiu sobre o reencontro de Harry e dos netos com o Rei. “Havia quatro anos que não se conheciam”, frisou, referindo-se aos netos que Carlos III vira ainda muito pequenos, antes do Jubileu da Rainha Isabel II e do período de luto que se seguiu.

O comentador acreditava que, apesar das burocracias, Carlos III tinha “muita vontade” de receber o filho e os netos, aproveitando esta temporada dos ‘Invictus Games’, que terá atos preparatórios este ano, embora os jogos se realizem no próximo.

Adriano Silva Martins lançou uma questão peculiar: teria Meghan levado compotas caseiras para oferecer ao Rei Carlos III, ele próprio um conhecido produtor de produtos biológicos em Highgrove?

Pedro Capitão achou a ideia “desnecessária”, comparando-a a “levar areias para a praia”. Sugeriu que seria mais elegante oferecer “sementes do jardim dela para que o rei Carlos plantasse no jardim dele”. Pimpinha, por outro lado, considerou o gesto “muito simpático”, um “presente que foi feito por ela”, com “outro valor” e como “um gesto de paz”. António Leal e Silva, em tom de brincadeira, sugeriu que as compotas poderiam ser de “tomate boi”.

António Leal e Silva revelou que as diligências para o encontro já estavam em marcha, confirmando que “a Camila e o rei Carlos já tinham contactado no momento certo na pessoa de João Patrício, porque estavam preocupados e queriam-se encontrar”.

A paixão pelos produtos biológicos na realeza não se limita a Carlos III. Adriano Silva Martins contou que a Rainha Letícia de Espanha, também uma “maluca” por produtos biológicos, recebe mensalmente uma caixa de beterrabas do Rei Carlos III. Tudo começou há uns anos, quando Letícia confessou a sua apreciação pelo legume, e o Rei Carlos III garantiu-lhe que as suas eram “as melhores do mundo”. A Rainha de Espanha poupa assim nas compras para o Palácio de la Zarzuela.

A estadia de Harry no Reino Unido trouxe outro momento curioso: uma aula de yoga com cabras, sem a presença de Meghan. Pedro Capitão e António Leal e Silva divertiram-se com a ideia, questionando se fariam queijo na aula ou se Harry estaria a proteger “as joias da coroa”. Pimpinha Jardim elogiou a iniciativa, considerando “engraçado para nós vermos o Harry neste tipo de dinâmicas” mais descontraídas.

No final, a visita foi vista como um sucesso. Adriano Silva Martins concluiu que “correu bem esta visita” e que o reencontro com o pai merecia “um aplauso”. A esperança é que estes encontros se tornem “mais regulares” e que a família consiga “chegar a bom porto”.

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