No programa V+ Fama de hoje, o tema de abertura deu conta, em exclusivo, de que a relação entre Joana Aguiar e Ivo Lucas atravessa uma fase conturbada.
Adriano Silva Martins revelou os primeiros indícios deste afastamento: “Há já várias semanas que nos chegou a informação que Joana Aguiar e Ivo Lucas atravessam uma forte crise. Não passaram o verão juntos, não têm trocado likes nas redes sociais. E sei que o meu querido Pedro Capitão tem aqui alguns apontamentos para nos dar.”
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Depois de o apresentador confirmar que a produção tentou ouvir a atriz e o representante do cantor, Pedro Capitão lamentou que os visados não tivessem esclarecido a situação: “Eu acho curioso quando é dada aqui oportunidade de repor alguma verdade ou não, e não aproveitarem. A Joana acabou por não confirmar, não desmentir, mas o meu oráculo alegadamente diz-me que há aqui uma crise que atravessam neste namoro.” O comentador acrescentou ainda um detalhe recente que adensa as suspeitas: “Facto é que houve aqui uma pequena celebração familiar, digamos, e o Ivo Lucas não esteve presente. E onde há fumo há fogo, tendo em conta todas as situações que tu já mencionaste, de não terem passado o verão juntos, de haver aqui esta ausência de interação entre ambos nas redes sociais.”
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Isabel Figueira saiu em defesa da discrição habitual dos dois artistas, notando que “também nunca tiveram muita interação entre um e outro, nunca foram pessoas de falar das suas vidas privadas publicamente”. Pedro Capitão recordou, contudo, que “quando o Ivo Lucas foi desfilar o ano passado para a Fátima Lopes, a Joana Aguiar estava na plateia a apoiá-lo”, embora Isabel Figueira tenha insistido que “as manifestações não eram muitas e também a Joana neste momento não quer falar, não quer dizer sim nem não, mas também diz que não fala da vida privada”.
Confrontada por Adriano Silva Martins sobre como reagiria se saísse uma notícia de crise num momento em que estivesse bem numa relação, Isabel Figueira admitiu que tentaria travar o rumor nos bastidores: “Eu vou-te ser sincera, eu hoje tenho sempre uma opção de não falar. Falem aquilo que quiserem, eu não venho justificar absolutamente nada, até porque a minha idade e a minha experiência me permitem fazer, mas acho que se estivesse bem numa relação e saísse uma crise, eu faria chegar a alguém a dizer que não era verdade.”
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Ainda assim, a comentadora que ficou conhecida por participar nos «Acorrentados» da SIC no iniciou do século, ressalvou a incerteza do momento: “Em termos de redes sociais também nunca foram pessoas de expor muito a relação. Por isso é que há estes momentos, se estão juntos ou não. Se há crises na relação, claro que há. Se podem estar a ultrapassar uma crise e não querem falar porque não sabem se é certo, se vão continuar ou se não vão continuar, também pode ser verdade.”
De seguida, Adriano Silva Martins leu a resposta oficial enviada à redação pelo representante do ator: “Falámos também com o agente do Ivo Lucas, com o João Louro, que nos diz que é um tema do foro pessoal do Ivo Lucas e, como sempre fizemos, assim vamos manter. Ou seja, vai continuar a ser uma história do foro pessoal do Ivo. Agradecemos de qualquer forma o vosso contacto e desejamos a todos um bom trabalho.”
O apresentador detalhou depois os bastidores da apuração da notícia e o peso do silêncio de ambas as partes: “Ligámos para a Joana, que nos atendeu muito simpaticamente, temos que dizer, como o João Louro, que fez também o seu trabalho. E a Joana teve também a oportunidade de nos negar a crise, porque em nenhum momento nos disseram: ‘olha, aquilo acabou definitivamente’. Mas dizem-nos que já no verão não estiveram juntos, que há aqui uma forte crise e que o desenlace mais normal, ou mais expectável, pelo menos das pessoas que lhes são próximas, é que tenham acabado ou vão terminar. E acho que lhes demos a oportunidade e eles poderiam ter dito, mesmo em off, talvez o nosso discurso aqui tivesse diferença.”
Enquanto Isabel Figueira defendia que “às vezes há momentos nas relações em que não é fácil tu estares a dizer seja aquilo que for” por estarem numa indefinição, Adriano Silva Martins garantiu que teria guardado o tema na gaveta caso tivesse recebido um desmentido: “Se aquilo que lhes prejudica, ou se eles não querem falar porque acham que isto desvia o foco da sua relação, acho que desviaria muito mais o foco se dissessem: ‘não digas, por favor, que falaste comigo, isso não é verdade’. Porque sabes o que é que eu faria? Este tema não abriria o programa. Nem abriria nem fecharia. Porque se a mim o protagonista me desmente, mesmo sabendo que aquilo que eu sei é verdade, se o protagonista me diz que não é verdade, eu não abro o programa com esta notícia.”
António Leal e Silva interveio para questionar se a ausência de resposta não será propositada para manter a visibilidade mediática: “Eu acho que aqui o que há é que uma pessoa já é crescida, falo no meu caso, já são 62 anos, já sou pai desde os 15, e já são muitos anos a virar frangos. E sei muito bem, peço desculpa da presunção, mas é verdade, como é que muitas vezes as coisas funcionam. Não estou a dizer que é este caso, mas o jogo entre os famosos e a imprensa e os media é um jogo de gato e rato. Porque como querem que falem de mim, falem bem ou falem mal, mas falem. E a questão que se levanta aqui é muito simples: se não se falar neste tipo de programas e na imprensa cor-de-rosa destas pessoas, ninguém sabe onde é que eles estão. Ponto final.”
O comentador criticou ainda a relutância em dar uma resposta direta e simples aos jornalistas: “Se eu estou numa relação e há um zumzum a dizer que está mal e está a acabar, ou que acabou, não custa nada, não é expor a relação, é simplesmente quando são contactados, em vez de pôr as pessoas a falar por elas, porque as pessoas deviam saber falar sozinhas, é dizer: ‘olha, não, isso está errado’, e ponto final. Não tem nada a desenvolver porque isso é um assunto do foro privado.”
Por sua vez, Pedro Capitão concordou que o fim de um namoro não afeta o percurso artístico de um ator e apelou a uma maior frontalidade: “Estamos a falar de uma quebra de um relacionamento que hipoteticamente podia ter terminado ou não. Eu acho que isso em nada influencia a carreira profissional. As relações não são eternas, acabam, começam, e as pessoas estão livres de fazer aqui a sua vida. Eu acho que, e agora falando aqui por causa do Ivo Lucas, que o agente do Ivo Lucas falou connosco, gerir a carreira e orientar aqui o trabalho, uma parceria aqui, outra ali, está tudo muito certo. Agora, eu acho que estas pessoas conhecidas, se têm boca, deviam ter uma voz. E no que toca ao trabalho, sim senhor, deixar na mão do agente. Mas no pessoal, que sejam eles a falar e dizer as coisas, porque eu acho que não é crime nenhum, nem faz mal nenhum. Se chegou ao fim, chegou ao fim.”
António Leal e Silva reforçou a necessidade de naturalidade nestes momentos: “Se as pessoas são todas humanas e a fama é efémera, o que é que custa a estas pessoas famosas, à Joana e ao Ivo, fazer uma pequena declaração, dizer: ‘olha, é mentira’, ou não é? Agora, pôr um ar de ‘não comento, please, go away, leave me alone’, como o outro. Eu acho que esse tipo de postura, quando somos todos humanos e a fama é efémera, não vale a pena.” Depois de Adriano Silva Martins ressalvar que “nem o Ivo nem a Joana são desses esquemas” de criar notícias falsas, Pedro Capitão apontou o exemplo recente de uma colega de profissão do casal: “Vamos falar aqui da Matilde Reymão, que recentemente terminou uma relação, fez um comunicado, deixou tudo esclarecido, não houve mais conversa e não perdeu rigorosamente trabalho nenhum, muito pelo contrário.”
Na reta final da «discussão» do tema, depois de o apresentador elogiar a educação de Joana Aguiar e de João Louro ao agradecerem o cuidado do contacto prévio, Pedro Capitão voltou a discordar da proteção dada por Isabel Figueira à indecisão do casal: “Isabel, muito sinceramente, a ti é dada a oportunidade de dizeres: ‘olha, o que é que se passa? Aconteceu? Não aconteceu?’ Se terminaram, tinhas dito: ‘olha, terminámos, mas ainda vamos fazer um comunicado posteriormente porque ainda estamos aqui a alinhavar algumas coisas’. Ou: ‘não, não terminámos, mas efetivamente estamos aqui ligeiramente afastados’.”
Quando Isabel Figueira questionou “tu achas que uma pessoa que está no meio de uma confusão ou de uma montanha-russa sentimental tem a vontade de dizer uma coisa dessas?”, Pedro Capitão respondeu que existe um dever para com os admiradores: “Se tu assumes um compromisso, tens um público que te segue e que gosta do teu trabalho, que tira tempo para saber de ti e para te acompanhar, eu acho que o mínimo expectável é tu também tirares esse tempo para responder às pessoas.”
Adriano Silva Martins encerrou o assunto garantindo que a dúvida será dissipada em breve: “Nós sabemos que existe esta crise. O que não sabemos realmente, porque assim também os protagonistas não nos confirmaram, é se há um término, mas o tempo vai-se encarregar de o dizer.”