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Tiago Rufino ataca votações do SS9: “É possível fazer um crédito para ganhar”. Ex-vencedor critica “packs de votos”.

No rescaldo da gala, Tiago Rufino lançou uma teoria polémica: com um prémio final tão alto, compensa pedir um empréstimo bancário para investir em votos e garantir o cheque.

A expulsão de Leandro na semi-final do Secret Story 9 continua a levantar suspeitas sobre a justiça das votações.

Depois de Sandro Fernandes falar em “investimentos milionários”, foi a vez de Tiago Rufino, vencedor da 7.ª edição, arrasar o atual sistema de “packs de votos” da TVI.

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Indignado com a saída do concorrente de Vila Nova de Gaia e a permanência de Inês e Pedro Jorge, Tiago Rufino recorreu ao Instagram para expor o que considera ser a ruína do formato.

O ex-concorrente não poupou nas palavras: “A pior coisa que foi inventada nos reality shows foi a maldita aplicação com packs de votos”.

Para Tiago, o sistema antigo era mais justo e transparente. “Era muito mais interessante quando os votos eram apenas por chamadas telefónicas. Aliás, até deviam ser gratuitos”, defendeu, sugerindo ainda que deveria haver um limite de chamadas por pessoa para evitar a manipulação dos resultados por grupos organizados.

Mas a crítica de Tiago Rufino foi mais longe, levantando uma questão financeira pertinente. Com um prémio final de 100 mil euros (ou valores próximos), o sistema de “pay-to-win” (pagar para ganhar) torna-se um negócio viável.

“Com um prémio tão grande, chega a ser possível alguém fazer um crédito, investir em packs de votos na aplicação e acabar por ganhar”, teorizou o empresário.

Para Tiago Rufino, esta possibilidade desvirtua completamente a essência do programa: “Isto simplesmente não faz sentido”. A sua reação surge num momento em que as redes sociais fervem com acusações de que a finalista Inês foi levada ao colo por um forte investimento financeiro externo.

Tiago Rufino
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