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Zézinho Carregal emociona ao recordar o pai falecido

Zézinho Carregal assinala a morte do pai com uma homenagem comovente, revelando como a ausência continua a marcar a família.

Zézinho Carregal partilhou nas redes sociais uma mensagem carregada de emoção para assinalar mais um aniversário da morte do pai.

O antigo concorrente de “O Triângulo”, da TVI, recordou a falta que sente e descreveu como a ausência continua a marcar a família, apesar de a vida seguir o seu curso.

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Num texto sentido, Zézinho escreveu, “Hoje faz mais um ano desde que partiste, pai. Já passaram tantos anos e, ainda assim, parece que foi ontem. O tempo corre, a vida continua, mas há sempre um espaço vazio que não se preenche. A família está feliz, é verdade, mas está incompleta. Falta-nos o teu sorriso, a tua presença, a tua maneira simples de transformar um dia comum num dia bonito”. O ex-concorrente acrescentou que os seus filhos revelam cada vez mais traços do avô: “Cada vez mais vejo um bocadinho de ti neles, são engraçados, têm aquela alegria espontânea que tu tinhas e a mesma forma leve de estar no mundo”.

Zézinho reforçou ainda a falta que o pai faria no convívio com os netos e destacou o impacto da ausência na mãe, que continua a sentir profundamente a partida do companheiro. “O amor dela por ti nunca enfraqueceu, apenas aprendeu a existir com a ausência”, escreveu.

Ao longo da publicação, sublinhou a forma como ele e os irmãos carregam a memória do pai no dia a dia. “Cada um de nós carrega um traço teu no rosto, um pedaço teu na alma, somos a continuação da tua história”, partilhou, admitindo que vive com uma pergunta constante: “Será que estás orgulhoso de nós? Espero que sim”.

Numa reflexão final, descreveu esta data como um dia particularmente pesado: “Para muitos, esta sexta-feira é um dia comum, para mim é um dia nulo no calendário, um dia em que a saudade pesa mais, em que a lembrança aperta, em que tudo me leva a ti”. A homenagem terminou com uma declaração simples e profunda: “Sinto falta da tua forma de alegrar os dias, mesmo quando tinhas tão pouco. Sinto falta de ti, pai. Amo-te”.

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