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Diogo Marcelino, o “último dinossauro” do ‘Big Brother All Stars’, sai de cabeça erguida: “Não falhou nada”

O ex-concorrente admitiu que a maior surpresa dentro da casa foi Miguel, que esperava ser "aquele pica-miolos barato".

Diogo Marcelino deixou a casa do ‘Big Brother All Stars’ no passado domingo, 4 de outubro de 2026, e já fez o balanço da sua experiência.

Em entrevista à TV7 Dias, o concorrente falou sobre o orgulho da família, as saudades da namorada e não se calou perante os ataques de Francisco Monteiro.

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O ex-concorrente garantiu que sai do jogo de cabeça erguida, com o apoio incondicional dos seus: “A minha namorada, mãe e irmã, disseram que tinham muito orgulho em mim. Portanto, acho que não falhou nada. Fui muito feliz lá dentro. Não considero que seja inferior como jogador. Sou diferente, somos todos. Mas, eu tinha uma coisa que ia contra mim, não tenho teams. Sou um jogador old school, o último dinossauro”.

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A distância da namorada foi, para Diogo, o maior desafio. Admitiu que os primeiros dias foram particularmente difíceis, com a ausência a pesar muito: “Numa fase inicial tive uma grande quebra, porque ela me fazia muita falta. Estava habituado a estar sempre com ela. Desfiz-me a chorar”.

Mais tarde, quando as insinuações sobre a sua relação com Joana Albuquerque começaram a circular na casa, a sua preocupação virou-se para o “hate” que a companheira poderia estar a receber cá fora.

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Ainda assim, Diogo Marcelino nunca duvidou do apoio da namorada. “Em relação a isso estava super tranquilo”, contou, explicando que o que o irritava era a possibilidade de ela ser alvo de ataques externos. “O que me irritava era o que as pessoas podiam começar a criar à volta daquilo e que ela cá fora estivesse a levar com isso. Nunca foi em relação ao que ela pensasse. Mas sim, o massacre que ela pudesse levar…”.

Sobre Francisco Monteiro, que recuperou histórias do seu passado, incluindo uma fase em que enfrentou problemas relacionados com consumo de drogas, Diogo Marcelino não se mostrou surpreendido, mas criticou a atitude do instrutor de padel. “Estava preparadíssimo. Já sabia que iam trazer isso. O Francisco foi buscar a história de há anos, entre mim e o Wilson. E eu já estava preparado, estava psicologicamente inabalável… É algo que acho que não faz muito sentido servir como ataque, é baixo. Nunca fiz mal a ninguém a não ser a mim mesmo”, atirou.

Dentro da casa, houve uma surpresa pela positiva, vinda de um nome que poucos esperariam: Miguel. “A minha maior surpresa foi o Miguel. Adorei conhecê-lo. Achava que ele ia ser aquele pica-miolos barato e que não me ia dar bem com ele, e foi a melhor surpresa que tive”, revelou.

Questionado se esta será a sua última experiência num reality show, Diogo Marcelino não fechou a porta a um novo regresso. “É tudo uma questão de tempo”, garantiu.

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