GossipSICTVI

Filipa Torrinha ‘rasga’ postura de Cláudio Ramos com Ana Rita Barros no ‘Dois às 10’

"Encurralaram uma miúda de 23 anos": Filipa Torrinha implacável com atitude de Cláudio Ramos na TVI

Durante a análise no «Passadeira Vermelha», a psicóloga defendeu a necessidade de normalizar o respeito por pessoas com obesidade.

O aceso debate em torno da entrevista de Ana Rita Barros no «Dois às 10» mereceu duras críticas por parte de Filipa Torrinha no programa «Passadeira Vermelha», na SIC Caras. A comentadora não poupou reparos à condução de Cláudio Ramos e lamentou a ausência de uma explicação por parte do apresentador da TVI após a repercussão da polémica nas redes sociais.

GoogleTornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google

Sem proximidade pessoal com o comunicador, a psicóloga começou por notar a falta de uma tomada de posição pública. “Eu não conheço o Cláudio, ou seja, portanto não vou falar por ele, ainda que lamente que ele não tenha falado por ele em relação a isto, porque acho que mesmo para discordar ele podia manifestar aqui um pensamento sobre esta questão pós-polémica, que não o fez ainda, espero que ainda o faça“, afirmou no painel da SIC Caras.

Para a comentadora, os acontecimentos em estúdio revestem-se de grande gravidade. “O que aconteceu aqui parece-me grave e sério e eu estou completamente contra a postura que ele teve em todo o programa. (…) A frase mais falada, e que também acho que está na base da linha de pensamento do Cláudio (…) é esta questão de que ‘eu não posso normalizar aqui em televisão que alguém com 120 kg esteja bem, esteja feliz’. (…) As ações refletem sim um certo conceito que ele tem em relação a esta questão“, apontou.

Leia também: Filipa Torrinha indignada com novo conteúdo de ficção de Ângelo Rodrigues: “um precipício”

Na sua perspetiva, a abordagem social à obesidade exige um enquadramento diferente daquele que foi exposto na televisão. “Nós podemos e devemos normalizar a obesidade, porque normalizar a obesidade é como normalizar a bipolaridade, é como normalizar as adições, é como normalizar o cancro, simplesmente nós respeitarmos as pessoas que têm uma doença, trazermos estes casos e conseguirmos acolhê-los e também acabar com o tabu (…). Lutar contra uma doença (…) não me parece que seja feito a encurralarmos uma miúda de 23 anos numa entrevista. O que se passou aqui foi uma miúda que foi encurralada numa cilada”, acusou Filipa Torrinha.

A finalizar a sua intervenção, a comentadora lamentou a rigidez e a ausência de sensibilidade demonstradas durante a conversa. “O Cláudio Ramos podia ter dito o que disse de várias maneiras. Era errado? Mas era menos mau. Não há um, isto é o que mais me custou, um pinguinho, um milímetro de doçura na postura que ele teve em relação a esta miúda. Não há doçura. Não há doçura, não há empatia, é a forma de estar, é a linguagem corporal, é o tom. E eu não consigo entender o porquê“, rematou.

Contrato com a CMTV “blinda” Rui Oliveira e Filipa Torrinha aponta fuga ao foco principal

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo