Isabel II tinha um fraquinho pelo Paul McCartney? A inconfidência secreta
O tema foi comentado no 'V+ Fama' por Marta Aragão Pinto e António Leal e Silva....
A cumplicidade entre Paul McCartney e Isabel II esteve em destaque no ‘V+ Fama’ desta quinta-feira, 22 de outubro.
Em estúdio, Adriano Silva Martins conduziu a conversa com os comentadores sobre as declarações do antigo elemento dos Beatles a respeito da monarca britânica, que terão dado conta de um encanto mútuo nos anos dourados da banda de Liverpool.
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Marta Aragão Pinto começou por contextualizar o rumor que circulava sobre a relação entre ambos: “Dizem que a Isabel II tinha um fraquinho pelo Paul McCartney. Não podemos perguntar à Isabel II se é verdade ou não, mas o Paul McCartney entrou na brincadeira”. A comentadora lembrou que a mulher do artista também interveio no assunto: “A mulher diz que eles tinham uma cumplicidade, que ele tinha uma cumplicidade com ela. Ela era muito nova quando os Beatles estavam no seu esplendor”.
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Adriano Silva Martins interveio de imediato para recordar a descrição feita pelo músico sobre a soberana: “Ele disse que ela era uma gata quando aconteceu”.
Marta confirmou o teor das palavras partilhadas: “Exatamente, ela era uma belezinha, como está no artigo. Por isso, ele a confidenciar isto, que a achava engraçada, a mulher se calhar disse: ‘Ah, é? Eu achava que ela é que tinha um fraquinho por ti'”. A comentadora salientou o interesse deste tipo de revelações públicas: “No mundo artístico é muito engraçado perceber a relação do Paul McCartney enquanto Beatle, com o sucesso todo que ele teve e a proximidade que acabou por ter com a rainha. Isto é giro, estas inconfidências”.
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Questionado pelo apresentador sobre como a monarca teria reagido caso fosse viva, António Leal e Silva considerou que a soberana receberia o episódio com boa disposição: “Eu acho que ela ia achar piada”. O comentador fez questão de sublinhar a dimensão histórica do grupo britânico: “Hoje estamos a falar de um tema que eu acho curioso, porque há muita gente, e principalmente as pessoas mais novas, não têm a noção, e convém sempre recordar: quem foram os Beatles? Estamos a falar de outro patamar. É um fenómeno mundial de uma dimensão estratosférica”.
António ainda hesitou sobre a época em que o grupo despontou, perguntando se Isabel II ainda seria princesa, mas Adriano Silva Martins corrigiu o dado cronológico, situando o auge nos anos 60. “O que interessa é que ela viveu isso tudo muito intensamente”, rematou o comentador.
A conversa rumou depois para as preferências pessoais do painel quanto à realeza. Indagado pelo apresentador se também tinha uma admiração especial pelos britânicos, António admitiu o seu desinteresse pela corte do Reino Unido: “A Isabel II achava graça, mas não era propriamente uma pessoa por quem eu tivesse… Por acaso, a família real inglesa nunca achei. Eu sou mais da família do Mónaco, acho-as todas magias. Também acabaram, estão todas umas passas”.
Ainda sobre as figuras monegascas, António elogiou a princesa Carolina e a filha: “A Carolina continua. E a filha que está igual?”. O apresentador referiu Charlotte Casiraghi, questionando se a mãe teria ainda mais presença, momento em que Marta interveio em defesa de outra princesa: “E a Stefania era linda, desculpe”.
António Leal e Silva respondeu com ironia sobre a passagem do tempo: “A Stefania era linda, agora está um bocadinho para o Natal… Para o bolo-rei. Mas é a vida”. Por fim, o comentador partilhou um episódio recente vivido no principado com a filha de Stefania: “Hoje encontrei a filha dela a trabalhar numa loja lá em Monte Carlo, que é amorosa. Ainda vendeu um casaco a uma amiga minha”, concluiu.