BB All StarsBig BrotherTVI

Pedro Fonseca descreve tática de Miguel Vicente: “Tentava fazer tudo perfeitinho para agradar ao espetador”

Recém-expulso do 'Big Brother' aponta Francisco Monteiro e Luís Gonçalves como os "mais fortes"

O mágico e ilusionista regressou aos ecrãs como comentador e fez um balanço da sua passagem pelo «Big Brother All Stars» e dos principais rivais.

A primeira participação de Pedro Fonseca no papel de comentador, após a sua expulsão do «Big Brother All Stars», trouxe novas revelações sobre a convivência e as perceções vividas no interior da casa da Malveira. Durante o ‘Diário’ na TVI, o ilusionista partilhou a sua visão sobre as figuras centrais da edição e desconstruiu algumas das estratégias que mais marcaram a primeira semana de programa.

GoogleTornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google

Leia também: Após críticas de António Leal e Silva, Filipa Nascimento responde à letra: “Não temos o direito de humilhar”

Questionado sobre as dinâmicas de liderança, Pedro Fonseca centrou a sua análise em Miguel Vicente, assumindo a forte rivalidade que sentiu em relação ao algarvio. “O Miguel ali, para mim, era o meu maior adversário, porque ele tentava fazer tudo perfeitinho para agradar ao espetador“, revelou o ex-concorrente, sugerindo que a postura imaculada do antigo líder procurava captar a simpatia exclusiva do público.

Em relação à gestão da primeira semana de liderança, que gerou caos entre os concorrentes, o mágico defendeu que a inação de Miguel Vicente foi planeada, mas não com o intuito de sabotagem. “Ele pensou: ‘olha, vou fazer uma coisa que corre bem’. Ele tentou fazer uma coisa diferente, tentou fazer algo diferente para as pessoas dizerem assim: ‘olha, ele deixou as pessoas à vontade, fez uma coisa única’. Porque se ele fizesse qualquer coisa, ia causar caos“, justificou.

Leia também: Bronca na seleção: Cristiano Ronaldo falha treino após confronto com Jorge Jesus

Num olhar alargado aos protagonistas atuais, Pedro Fonseca atribuiu o favoritismo a outras duas figuras marcantes, desvalorizando um possível descontrolo por parte do ex-militar. “Eu, lá dentro, dava-me muito bem com o Luís. Ao início, até pensei que ele pudesse ser agressivo, mas não. Não acredito que ele vá explodir ali. O Francisco e ele, para mim, são os jogadores mais fortes. Considero-os os mais fortes em termos de programa, de conteúdo, talvez até por estarem a discordar sempre um do outro“, rematou.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo