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Catarina Miranda corta relação com Sérgio Duarte mas ainda pode ver as ‘sobrinhas’

"Houve uma quebra de confiança, e igual nunca mais vai ser", diz a ex-BB, que garante continuar ligada às sobrinhas.

Catarina Miranda voltou a falar sobre o afastamento de Sérgio Duarte, amigo de longa data e com quem chegou a partilhar projetos pessoais e profissionais.

O laço parecia sólido, mas a ex-concorrente de reality shows sublinhou agora que atravessam um período de rutura, embora a ligação não esteja totalmente terminada devido à relação afetiva que mantém com as filhas dele.

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No podcast O que Diz o Teu Coração, acompanhada por Afonso Leitão, Catarina explicou que vive um momento de distanciamento, mas não de corte definitivo. “A nossa relação neste momento não está, não há relação. Não posso dizer que é terminada, porque não sei o dia de amanhã, até porque tenho duas sobrinhas, que é como se fossem minhas, mas nós não estamos bem”, afirmou.

A ribatejana fez questão de recordar a importância que Sérgio e a companheira dele, Vanda, tiveram no seu percurso. “Sou uma pessoa muito grata às pessoas que sempre me apoiaram e ajudaram, principalmente o Sérgio e a Vanda, porque foram os dois os meus melhores amigos durante muito tempo. As pessoas criticam-me porque sou sempre eu que dou a cara, quando estamos a ver uma relação que corre mal, quem é mais exposto é que é o culpado ou tenta-se meter a culpa em alguém, e nem sempre é justo”, defendeu.

Catarina sublinhou que, desta vez, não se sente responsável pela rutura. “Desta vez, estou ilesa de qualquer tipo de culpa. Ninguém vai acreditar, mas isso é o normal. Eu também não faço as coisas para as pessoas acreditarem. As pessoas não veem os bastidores, só veem o que é mostrado, o que é bonito para o público ver e às vezes o que é bonito no backstage não é assim tão bonito.”

Quando questionada sobre o motivo da separação, a ribatejana apontou diferenças de visão e de prioridades. “O que correu mal é que não estamos na mesma fase da vida e não vemos as coisas da mesma maneira, quer em termos de empresa, que criámos uma, quer em termos de vida, porque agora estou com o Afonso e vou fazer vida com ele, portanto, temos de ter os nossos tempos.”

Apesar da distância, há um ponto não negociável para ela: continuar próxima das crianças. “Afastar às vezes também é bom, afastarmo-nos por um tempo das pessoas e ver realmente se era isto que queríamos. Há uma coisa bonita que é quase como os divórcios quando há um filho. A minha imposição dele para mim e de mim para ele foi mútua, que é não deixar de ver as minhas sobrinhas e ter contacto com elas. Nisso estamos bem: vou buscá-las, vou passear com elas, se for preciso com o Afonso, e depois devolvemos aos pais e continuam a ser minhas sobrinhas.”

Ainda assim, Catarina mostra poucas expectativas de que a relação volte a ser o que era. “Tudo tem o seu tempo, ele vai ter o tempo dele para analisar o que fez bem e mal, eu também vou ter o meu tempo e um dia mais tarde quiçá voltaremos a ter a mesma ligação. Honestamente, não acredito, porque acredito que assim que a confiança é quebrada nunca mais pode ser remendada. Acredito em segundas oportunidades, mas já não vai ser como a primeira. Pode voltar a ser parecido, mas igual nunca vai ser.”

Num desfecho emotivo, deixou implícito que houve atitudes que não conseguiu ultrapassar. “Há coisas, que não querendo ir a fundo, porque gosto muito das minhas sobrinhas, amo-as mesmo, acho que há coisas que não se fazem e deixam-me muito triste, porque era uma pessoa de quem gostava muito e de repente houve uma quebra de confiança de que não gostei. No fundo, não se deve misturar empresas com amizade e é isso.”

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