“Ele sabia que eu estava mal”: Cristina Ferreira recorda apoio de Manuel Luís Goucha no passado
A cumplicidade nos bastidores: Cristina Ferreira elogia generosidade de Manuel Luís Goucha e Cláudio Ramos
A Diretora de Entretenimento e Ficção da TVI enalteceu a amizade genuína que construiu nos programas das manhãs, estendendo os elogios ao atual parceiro de ecrã.
Convidada por Ana Guiomar no videocast «A Que Sabe o Amor», Cristina Ferreira recuou no tempo para resgatar uma recordação marcante da sua carreira no horário matutino, associando-a à palavra “forte”. Emocionada, a apresentadora recordou o apoio discreto e determinante prestado por Manuel Luís Goucha no período em que enfrentava o fim do relacionamento com António Casinhas, com quem tem um filho em comum.
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O relato deixou evidente o companheirismo que unia a dupla do histórico matutino da TVI nos instantes em que as câmaras estavam desligadas. “Todas as vezes em que eu não estive bem e o Manel foi conforto. Passei por momentos difíceis na minha vida, enquanto apresentei o ‘Você na TV!’. Quando me separei do pai do meu filho ele sabia que eu estava mal. Sabia que, quando a luz se ligasse, eu iria estar bem e que, quando a luz se apagasse, eu iria estar mal outra vez“, confessou perante a atriz.
A comunicadora destacou a sensibilidade do apresentador para perceber as suas dores nos períodos mais delicados da vida pessoal, traduzida em gestos simples de presença constante. “Houve dois ou três momentos da minha vida em que o Manel me ligou para dizer: ‘Queres que vá levar-te uma sopa?’. Eu sei que ele dizia aquilo só para dizer ‘Eu estou aqui’“, recordou, visivelmente emocionada.
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A partilha culminou num reconhecimento ao ambiente de lealdade que encontrou nos estúdios da estação de Queluz de Baixo, estabelecendo um paralelo com a atual parceria matinal com Cláudio Ramos no programa «Dois às 10». “Tive muita sorte com os colegas que me calharam na vida, porque o Cláudio é igualzinho. Tanto o Manel como o Cláudio são de uma generosidade e de um afeto para comigo que não têm explicação“, rematou.