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Paixões ocultas e um príncipe recusado: As revelações de Lili Caneças sobre os amores que ninguém conheceu

Lili Caneças explica como manteve as suas paixões longe dos holofotes

Divorciada aos 37 anos, a socialite garantiu nunca mais ter partilhado o teto com nenhum homem, mantendo as suas relações em absoluto secretismo.

A vida amorosa de Lili Caneças após o seu divórcio, aos 37 anos, foi sempre pautada por um enorme mistério. No decorrer da entrevista concedida a Flávio Furtado, no programa «The Leite Show», a socialite aceitou levantar a ponta do véu sobre os seus relacionamentos, revelando pormenores insólitos sobre a forma como geriu as suas paixões longe do escrutínio alheio durante quase cinco décadas.

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Apesar de garantir que nunca mais viveu maritalmente com ninguém, confessou ter vivido amores intensos. “Tive dois, sim“, respondeu, quando questionada sobre namorados. O secretismo em torno destes romances prende-se com uma regra de ouro estabelecida pela própria: a barreira da sua casa. “Nunca nenhum namorado dormiu em minha casa. Era só o que faltava“, atirou perentoriamente.

Face à insistência de Flávio Furtado sobre as visitas noturnas, Lili Caneças foi pragmática: “Entrar é outra coisa, agora dormir em minha casa não, porque nunca vivi com ninguém (…) Eu tenho uma cama enorme, estupenda, eu durmo na cama e ter alguém… de todo“.

A recusa em partilhar a intimidade estendeu-se também às escolhas que fez ao longo da vida, onde nem a realeza teve lugar garantido. A convidada revelou ter recebido propostas de casamento irrecusáveis para muitos, mas que acabaram esbarrar nos seus próprios princípios. “Tive um príncipe de 20 anos, chiquérrimo, o meu brasão seria o brasão da Praça de São Marcos“, recordou.

No entanto, um detalhe comportamental ditou o fim da hipótese: “Via que ele muitas vezes fazia assim no nariz. Eu dizia: ‘Meu Deus, este é agarrado à coca e eu não quero nada disso na minha vida’. E, no entanto, nunca vi ninguém cheirar coca, porque os meus amigos respeitam-me“, justificou.

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Sobre a curiosidade constante em torno da sua intimidade e a ausência de figuras masculinas assumidas publicamente, Lili Caneças reforçou a sua posição de sempre. “Eu detesto que saibam da minha vida privada. Não gosto, nunca gostei, portanto ninguém sabe e nunca vai saber. Se nunca souberam até agora, muito menos vão saber agora“, rematou.

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