Gonçalo Ramos: “Sem a minha mulher e o meu filho, tudo seria muito, muito difícil!”
O futebolista abriu o coração sobre a importância da família para o seu equilíbrio....
Gonçalo Ramos voltou a ser notícia, e não foi pelos golos. O avançado do AC Milan partilhou um vídeo onde abriu o coração sobre a sua família, dedicando palavras emocionadas à mulher, Margarida, e ao filho Bernardo.
A importância do apoio familiar para o seu desempenho em campo foi o ponto central da sua declaração.
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No programa ‘V+ Fama’, de 29 de setembro de 2026, Adriano Silva Martins recebeu em estúdio Marta Aragão Pinto, António Leal e Silva e Cláudia Jacques para analisar as últimas novidades do mundo dos famosos. O apresentador introduziu o tema, sublinhando que Gonçalo Ramos é um homem “profundamente apaixonado pela sua família”.
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O vídeo, divulgado pelo AC Milan, mostrava o futebolista a falar abertamente sobre a sua vida pessoal e a dinâmica familiar. “Ele gosta de ser a estrela. Gosta de falar com toda a gente. É mais como a mãe. A Margarida gosta de fazer amigos em todo o lado para onde vai. Eu sou mais calado e o nosso filho é como a mãe. Ele quer falar com toda a gente. Quer dizer olá a toda a gente. A rua é mesmo, mesmo divertida”, disse Ramos, referindo-se ao filho.
O jogador continuou, revelando a importância da sua relação e do casamento recente: “Casámos há poucos dias, mas tem sido como se estivéssemos casados há muito tempo. É muito importante porque sem a minha família, sem a minha mulher e o meu filho, tudo seria muito, muito difícil.”
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Adriano Silva Martins atirou que os futebolistas de hoje, como Gonçalo Ramos, “não têm nada a ver com os futebolistas dos anos 80”, que eram mais fechados sobre os seus sentimentos e vida privada.
Cláudia Jacques elogiou a atitude do avançado. “É tão bom ouvir o que ele diz e descreve a mãe e o filho de uma forma tão querida”, comentou, destacando o contraponto entre a personalidade mais reservada do jogador e a extroversão da mulher e do filho. A comentadora lembrou que a família é um pilar fundamental para o equilíbrio dos atletas, crucial para o seu bom desempenho profissional. “Esta Margarida é uma ótima mulher, uma ótima mãe, que ele admira muito”, acrescentou, sublinhando que o público gosta de conhecer um pouco da vida privada dos jogadores. “É inevitável”, garantiu. Cláudia Jacques ainda notou a beleza da dinâmica familiar e a imagem do bebé a ver os jogos vestido com a camisola do pai, exclamando: “Olha que amor, o bebé também vai ver os jogos vestido com a camisola. Que rico!”
Marta Aragão Pinto partilhou da mesma opinião, focando-se na admiração visível de Ramos pela mulher. “Eu acho que o olhar do Gonçalo Ramos a falar da Margarida diz tudo”, disse, notando o “brilho nos olhos” do jogador. Para a comentadora, falar com admiração do parceiro é “meio caminho andado para a relação correr bem”. Realçou ainda a simpatia do filho, que “fala a toda a gente”, tal como a mãe, descrevendo-o como “uma simpatia, o miúdo, para além de ser uma coisa querida, deve ser super simpático, sempre bem disposto”. Marta Aragão Pinto concluiu, considerando a abertura de Ramos um exemplo a seguir: “É tão bom vermos um jogador de futebol sem problemas, sem estar com medo.”
António Leal e Silva confessou ter um “carinho especial por este casal”, que considera “muito divertido” e que “transborda de felicidade” nas fotografias que partilham. “O miúdo é um amor e eu acho que eles fazem um trio incrível”, atirou. O comentador sublinhou a importância do apoio familiar para os jogadores que se deslocam para outros países, onde a solidão pode ser um desafio imenso. “É muito importante teres alguém que apoie”, frisou, especialmente quando as personalidades são opostas, como a de Gonçalo, mais reservado e contido, e a de Margarida, mais expansiva. “Os opostos atraem-se”, lembrou.
António Leal e Silva ainda brincou sobre a dinâmica familiar, explicando que “os miúdos puxam sempre à mãe” e que, embora haja fases de afastamento do “ninho”, “a mãe está sempre lá para nos dar colo”.
Adriano Silva Martins, por sua vez, contou que saiu de casa aos dez anos para ir para um colégio interno, uma experiência que “adorou” e onde “descobriu grandes coisas”. António Leal e Silva não escondeu a sua inveja, admitindo que queria “tanto ir para um colégio interno só para sair de casa”, mas que a mãe não o deixou. “É tão chique”, repetia o comentador, com Adriano a concordar.
António Leal e Silva concluiu, reiterando a importância de um bom ambiente familiar para o desempenho profissional do jogador. “Um bom ambiente em casa depois vai-se refletir no seu trabalho e como jogador”, garantiu, com Adriano Silva Martins a concordar prontamente.